O que você acha de ler?

O que você acha de ler?

O que você acha de ler?

Ou melhor: o que você acha de conhecer o autor do livro que você acabou de ler? O má-xi-mo! O 7º Ano do Guroo vai conhecer Luis Eduardo Matta, autor de Desaparecida, um livro de suspense que vai mexer com eles e, claro, com você – que está mais do que convidado para apreciá-lo com a gente! Uma letra, uma palavra, uma frase, uma história. Sim. Uma história. Sobre a vida, sobre coisas inimagináveis, sobre tentar descobrir, sobre pensar sobre. Uma história que conte sobre dor, medo, mentira, bullying, amizade, lealdade. É preciso ler sobre tudo, porque nos torna humanos ler sobre o que nos cerca e a respeito de nós mesmos, que aparecemos um pouco em cada um dos personagens, inclusive naqueles com que – achamos que – não nos identificamos. 

Nas narrativas, a gente se esconde, se enxerga, a gente se imagina. Chora e ri. Percebe que, no final das contas, a literatura é – em alguma medida – a representação da vida mais uma vez por meio da arte. Ela é a arte por meio de palavras, de expressões lidas e escritas, desenhadas. Faz-nos pensar, refletir, e por que não desistir pra recomeçar? Ainda que muita coisa não faça sentido, é, muitas vezes, a falta de sentido que nos fascina: são as asas misturadas aos pés de dinossauro, com cabelos longos e em cima de uma torre, o que nos tira de onde estamos e nos joga ao além. Isso mesmo: ao além. Ainda bem!

As notícias parecem cada vez mais pesadas… Precisamos aplicar nelas a literariedade. São histórias de preconceito, de perdas de pessoas que amamos, de acidentes, de tragédias, de desrespeito. 

Neste bimestre, nossos alunos do 8º Ano vão mergulhar no cotidiano – que parece tão sem importância – de Moacyr Scliar. O autor, por anos, selecionou notícias para guardá-las e delas produzir crônicas e publicá-las em seu imaginário cotidiano, que pode trazer pela mão biografias de mulheres negras que, apesar de mergulhadas em atitudes repetitivas de preconceito, souberam enxergar seu valor, sua vida, sua origem. É com A cor da ternura que Geni Guimarães descreve seus dias influenciados por sua cor. É verdade que os dias não foram todos fantásticos, mas estão sendo vividos todos e apreciados com o tom do amor. Sua primeira publicação só foi possível com a venda de um fusca de sua propriedade e do marido. Acredita? Mas que amor! Todos temos histórias pra contar de nossos dias, e o 6º Ano vai contar a sua inspirando-se nessa autobiografia.

Sente com seu filho, com seu neto, com seu irmão. Sente com alguém que você ama e leia com ele. Mostre possibilidades, expectativas. Ofereça seu tempo, seu afeto, seu olhar! A gente aqui já escolheu um livro:sente-se, abra-o e venha ler. Conte com a gente. Pra gente. Crie novas experiências e novas histórias pra você.

Mais que formação, é transformação!

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