Entretenimento: Entre a ciência e a ficção.

Entretenimento: Entre a ciência e a ficção.

Este ano, os ganhadores do prêmio nobel de física foram Roger Penrose, Reinhard Genzel e Andréia Ghez, primeira mulher premiada de 2020 e quarta na categoria de física da história do prêmio. Antes dela o Nobel de física havia sido entregue somente para Marie Cure, em 1903, Maria Goepertt Mayer, em 1963 e Donna Strickland, em 2018. Lendo uma publicação, a respeito desta premiação, vi que foi oferecida por causa de descorbertas relacionadas aos buracos negros. Genzel e Ghez, deram a ciência, a evidência mais convincente de um buraco negro supermassivo no centro da Via láctea.

Percebemos o quanto, temas como este – lógico – com uma boa pitada de ficção, chamam a atenção de nossos alunos, que os consomem através de séries, filmes e livros, por exemplo.

No quarto bimestre a proposta da AV1 criativa de física e matemática, para os alunos do 2º ano EM, fala justamente sobre a presença destas disciplinas na mídia de entretenimento. Aproveitando a relevância do tema, montei minha relação (entre filmes e séries). Fica aqui uma boa dica de conteúdo inteligente, durante esta pandemia. Lá vai:

– Interestelar: O filme ideal para quem gosta de temas como viagem espacial, ficção científica e astrofísica. Aborda temas importantes como gravidade, buraco negro rotativo, dilatação temporal e buracos de minhoca (fenômeno previsto teoricamente, mais jamais observado na prática). Descrito primeiro por Albert Einstein e Nathan Rosen em 1935.

– Dark: Série da Netflix, com três temporadas, aborda com uma boa pitada de ficção temas como teoria da relatividade geral e restrita (dilatação do tempo e contração do espaço), ponte de Einstein – Rosen e o experimento mental chamado de gato de Schrodinger, que explica o conceito de superposição quântica.

– Uma mente brilhante: Filme de 2001, conta a história do matemático John Nash, que mesmo diagnosticado com esquizofrenia, recebe em 1994 o prêmio Nobel da economia pela teoria dos jogos. Foi um matemático que trabalhou também com geometria diferencial e equações diferenciais parciais.

– 2001 uma odisséia no espaço: Clássico filme de ficção científica de 1968, retrata de forma consistente fenômenos físicos de acordo com as leis newtonianas, como conceitos de gravitação e inércia.

Por Deyvson Alan dos Santos (Alan), professor de física do Centro de Ensino Guroo.

Mais que formação, é transformação!

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