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Contos de fada nunca saem de moda

Contos de fada nunca saem de moda

Contos de fada nunca saem de moda; eles não envelhecem, ao contrário, ficam melhores. Tendo sua origem na literatura oral há muitos séculos, essas histórias fascinantes vêm encantando crianças e adultos de diferentes gerações. Provocam a imaginação, magia, criatividade e, não raramente, trazem à tona reflexões sobre os mais diversos assuntos acerca de nossas vidas.

Engana-se quem pensa que os contos de fadas habitam apenas entre as crianças pequenas. Eles não só podem como devem fazer parte do cotidiano das crianças maiores. A Literatura, de maneira geral, é um excelente recurso didático utilizado como um meio facilitador de aprendizagem das crianças. Empolgantes, cheios de aventuras, mistérios e magia, os contos de fadas permitem que possamos, através da ludicidade, explorar diferentes conteúdos e tornar a aprendizagem mais significativa para nossos alunos.

Em nossas aulas do programa bilíngue, este processo não ocorre de forma diferente, ao contrário, procuramos abordar os conteúdos ensinados de forma lúdica, prazerosa, de forma a despertar o interesse das crianças. Sendo assim, os contos de fadas já deram o ar da graça em nossa turma. Iniciamos com um storytelling (contação de história) de um conto de fadas, a princípio, bastante conhecido entre as crianças: TheThree Little Pigs (Os Três Porquinhos), mas essa história era um pouquinho diferente daquela que todos nós já sabemos de cor e salteado – desta vez, o nosso narrador é o Big Bad Wolf (Lobo Mau), é ele quem nos conta a sua versão da história na tentativa de desmistificar a sua má reputação, pois, segundo conta, tudo o que sabemos sobre o ocorrido está errado. Então o Sr. Alexander T. Wolf, o “Lobo Mau”, vai nos contar a sua versão dos fatos.

Após a leitura desta versão reinventada do clássico Os Três Porquinhos, debatemos os fatos e cada criança expôs suas ideias acerca desta história. Houve aqueles que defenderam o Lobo assim que tomaram conhecimento de sua versão, assim como outros que ainda o declaram culpado, apesar de seus sólidos argumentos. A ideia era envolver as crianças em um debate literário que despertasse seu interesse, e assim ocorreu.

Mas não paramos por aí. Após calorosas discussões, as crianças dividiram-se em três pequenos grupos, e cada um ficou responsável pela construção de uma casa com determinado tipo de material, os mesmos utilizados pelos porquinhos – straw (palha), sticks (madeira) e bricks (tijolos). No lugar da palha, utilizamos canudos, que coincidentemente possuem a mesma escrita no inglês, e, para os tijolos, utilizamos papel cartão, fácil de manusear e bastante resistente. O desafio era construir casas de forma que resistissem ao grande e impetuoso assopro do Big Bad Wolf, representado por um potente secador de cabelo.

Esta é uma atividade que faz parte do conceito STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics) introduzido este ano em nosso programa bilíngue, em que as crianças utilizam habilidades específicas destas áreas, de acordo com seu nível de compreensão, junto ao seu desenvolvimento na língua inglesa. Estabelecidas as regras para a construção, as crianças iniciaram seu projeto: decidiram qual material seria utilizado, além de determinarem diferentes estratégias para a construção de uma casa resistente que obedecessem às regras predefinidas.

O resultado? Um sucesso! As crianças se envolveram com a atividade, desde o princípio até a sua finalização. Mostraram-se verdadeiros engenheiros e arquitetos, projetaram casas que realmente resistiram ao grande sopro do Big Bad Wolf! O uso da língua inglesa esteve presente durante todo o momento, cada qual respeitando seus limites e suas possibilidades provaram que brincando também se aprende, e muito!

 

Mais que formação, é transformação!

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