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Pensar educação é pensar em que filhos queremos deixar para o mundo

Pensar educação é pensar em que filhos queremos deixar para o mundo

Mais do que questionar em que mundo nossas crianças e jovens estão crescendo, precisamos inspirá-los a serem a mudança.

 

Nesse sentido, cabe a nós, escola, família e sociedade, refletir acerca de que cidadãos estamos formando para o mundo.  A educação é cada vez mais apontada como responsabilidade da escola. Mas onde acontece o real aprendizado?
Na leitura, na escuta passiva em sala de aula, nas respostas assinaladas, nas conversas, na influência da mídia ou na experimentação e observação de exemplos ao seu redor? Na verdade, o aprendizado está em tudo.

Um estudo publicado nos anos 90 criou o modelo de aprendizagem 70/20/10. Os números representam, em porcentagens, a eficiência da aprendizagem de adultos em ambiente corporativo por meio da experiência, do exemplo e da explicação respectivamente.
Pelas características da infância, até a pré-adolescência, poderíamos adaptar esse modelo, com destaque para o exemplo, seguido pela experiência.

O que chama a atenção é que, independente da faixa etária, o método de ensino formal possui um baixo nível de eficiência de aprendizagem.
É claro que essa não é uma verdade absoluta, mas a informação é válida ao indicar fatores importantes: métodos de ensino tradicionais não são a única nem a maior fonte de aprendizado.
É por meio de exemplos que se aprende mais e melhor… E qualquer pessoa, além do próprio meio, pode ser um agente educador.

O impacto do exemplo sobre a educação mostra-nos o quanto é necessária a mudança de cultura, e essa transição só é possível com a quebra de paradigmas. Clay Shirky, escritor e especialista sobre efeitos sociais e econômicos das tecnologias da internet, diz que “a revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas – acontece quando adota novos comportamentos”.

É importante refletirmos sobre o quanto escolas, famílias e sociedade estão abertas a auto avaliar comportamentos e contribuir para o futuro da educação com mais consciência e criatividade.

 

 

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“Está em questionamento o quanto escolas, famílias e sociedade estão abertas a auto avaliar comportamentos e contribuir para o futuro da educação com mais consciência e criatividade.”

 

Um dia eu senti nos meus pais a preocupação com relação ao meu futuro. Não sabiam se o mundo seria bom comigo e não paravam muito para pensar se eu seria boa para o mundo, fomos descobrindo isso juntos.
Lisiê Nolasco de Souza, Diretora de Marketing do Guroo.

Percebemos que a mudança acontece em dois momentos: quando o filho se espelha nos pais e quando os pais descobrem o verdadeiro 

 

aprendizado por meio do filho. Se essa troca acontecer em casa e na escola, o processo de evolução da sociedade poderá surpreender-nos.

O mestre Paulo Freire, com sua sabedoria sobre a paciência histórica, pedagógica e afetiva, inspira-nos quando diz: “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.

Nós do Guroo aceitamos o desafio de refletir, questionar e experimentar, cocriar e inovar, conscientes da importância de preservar importantes conceitos tradicionais. Sim, aceitamos o desafio, mas sem deslumbramentos com novidades inconsistentes e certos de que as coisas evoluem no tempo adequado. Esse posicionamento reforça o nosso compromisso com a paciência afetiva, que enaltece a capacidade mais humana, como acolher, respeitar o outro e garantir que o amor esteja sempre envolvido em nossas relações.

 

 

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Mais que formação, é transformação!

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