Visita ao Museu Oceanográfico e Memorial do Descobrimento

Visita ao Museu Oceanográfico e Memorial do Descobrimento

“Navigare necesse, vivere non est necesse” já dizia o General Romano Pompeu aos seus marinheiros. E a frase tornou-se famosa pela Europa nos anos que se seguiram, sendo sempre lembrada ao se falar das Grandes Navegações. “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Mas Fernando Pessoa buscou o espírito dessa frase. Viver não é preciso? Se navegar é sonhar, ousar, planejar, arriscar, empreender, realizar… Então navegar é viver!

O período associado às Grandes Navegações e seus pioneiros portugueses foi abordado ao longo do bimestre nas aulas de História do professor Maurício, desde a busca por novas ROTAS COMERCIAIS até a “descoberta” de um novo mundo.

Além de o grupo ter colocado a “mão na massa” ao abusarem da criatividade em maquetes sobre os povos pré-colombianos, também receberam a visita de um pirata e tiveram a oportunidade de visitar dois museus relacionados ao tema em uma saída de estudos. Como primeira parada, o Memorial do Descobrimento, onde os alunos embarcaram em uma réplica de Nau Portuguesa. Além disso, puderam conhecer uma idealização de Aldeia Guarani e ter contato com o pau-brasil.

A próxima visita foi ao Museu Oceanográfico Univali, que impressionou e fascinou com seu acervo de história natural. A visita guiada iniciou-se com a origem do mundo, apresentando até mesmo uma pedra lunar e fragmentos de meteoritos. Daí em diante, uma história de bilhões de anos foi contada, incluindo a apresentação de fósseis reais e vestígios de povos antigos.

A História da Navegação estava presente e foi vista por intermédio de relíquias, como moedas gregas, instrumentos de navegação, escafandros, réplicas de embarcações, incluindo uma miniatura do famoso Calypso, de Jacques Cousteau, e o corajoso HMS Beagle, de Charles Darwin, além de um mergulho no mundo de alguns dos animais que vivem nos oceanos: algas, corais, peixes e mamíferos. Desde animais vivos até espécimes preservadas para estudo, os alunos conheceram pequeninas criaturas, como o peixe-palhaço e o cirurgião-patela, até criaturas grandiosas, como a lula gigante e as cachalotes.
Após um dia  repleto de aprendizado e novas descobertas, os alunos retornaram com muitas histórias de marujo para contar.                                                                                                                                                                           

Nau é denominação genérica dada a navios de grande porte com capacidade de 200 pessoas, usados em viagens de grande percurso, até o século XV.

 

Mais que formação, é transformação!

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