Matrículas Abertas: +55 (48) 3233-0785

Visita ao Casarão Andrade

Visita ao Casarão Andrade

Entre 1748 e 1756, vieram para a nossa Ilha, então chamada Desterro, cerca de 6 mil açorianos provenientes da Ilha da Madeira e do Arquipélago dos Açores. Esses imigrantes chegaram, a princípio, para tentar cultivar o trigo, porém, após descobrirem que isso seria inviável, acabaram se adaptando ao alimento da nossa terra, a mandioca. Os métodos indígenas utilizados eram rudimentares e pouco rendosos e, com o encontro das culturas indígena e açoriana, surgiu o engenho de farinha.

Visitar um engenho é fazer um passeio pela principal atividade econômica da Ilha de Santa Catarina durante dois séculos. O que visitamos fica no Casarão de Santo Antônio de Lisboa e é de cangalha, ou seja, o boi trabalha em volta do forno de sevador. Lá produção de farinha ocorreu até o final de 1985.

Além da visita interna, observar o exterior do casario principal é de grande valor, pois é atualmente um dos poucos exemplares da arquitetura colonial do período histórico da formação da Freguesia de Santo Antônio de Lisboa. O lugar é uma autêntica casa açoriana de 1860 e possui uma construção rústica de chão de terra batida e telhado aparente.

Para comemorar o Dia do Folclore (22/08) e rever alguns assuntos estudados sobre Florianópolis, a turma do 1º Ano visitou o Casarão Andrade numa linda tarde de sol. Em um primeiro momento, ouviram atentos a história da cultura açoriana contada pelo proprietário, cujo nome é Cláudio. Após conhecerem o local, foi a vez de participarem e interagirem (sendo os próprios personagens) em uma manifestação folclórica típica da nossa região: a  Dança do Boi de mamão. Os alunos dançaram, cantaram, riram, interpretaram e fizeram da nossa roda de dança um momento alegre e descontraído.

Após um delicioso piquenique no gramado do Casarão, foi a vez de realizar o tão esperado passeio de carro de boi, que proporcionou às crianças uma vivência inesquecível de se aventurar pelas redondezas do lugar e refletir sobre  um dos mais primitivos meios de transporte terrestre. E, para finalizar, aprenderam sobre o funcionamento do engenho e como é produzida a farinha de mandioca.

Veja todas as fotos aqui!

Mais que formação, é transformação!

0 Comentários

Deixar uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*